sábado, 4 de dezembro de 2010

Eu seria cômica, se não fosse trágica!!! :)

Xô, fantasmas!
É um triller de terror mesmo. Quando os monstros acordam e sequestram minha inspiração, fantasmas tomam conta do barraco aqui! Mas nada como uma boa poção mágica para adormecê-los até o próximo episódio: otimismo, tempo, sono, ocupação, tranquilidade e milhares de fãs me pedindo para voltar! Hehehe, brincadeirinha, milhares de fãs jamais substituiriam unidades de amigos dizendo que sentem falta da casa cheia! (Hum, posso começar a pensar em dramalhões latinos...).
Sempre lembro de vir aqui, principalmente quando presencio situações que me fazem lamentar que o Código Penal não seja mais maleável em relação a assassinatos, ou por que minha genética ou minha educação cristã ou sei lá o que massacra minha consciência quando tenho vontade de desistir da humanidade e me aprofundar em estudos ufológicos. E tanto a maleabilidade quanto a renegação humana inclui a eutanásia e a mim mesma, pra não parecer soberba. Credo, gente, que parágrafo mais trágico, acho que encarno quando chego aqui e começo a escrever, eu, hein! Mas vai ficar aí, pra um dia eu me esconjurar ou rir ou apresentar pro psiquiatra!
Enfim, mas o dia-a-dia, com sua magia que não consigo transformar em boas histórias sem ser piegas de uma maneira que abomino, mas que, muitas vezes não posso deixar de concordar, acaba me fazendo esquecer que sou uma assassina em potencial, e fico sem assunto para desfiar da forma com que gosto e acho que faço melhor. Não sei se ficou confuso, mas toda essa verborragia foi pra dizer que eu gosto mesmo é de exercitar minha intransigência e, pelos comentários, sei que é isso que agrada, rsrs. Mas, a não ser que eu parta pra ignorância, não há nada sobre o que discorrer hoje...
Vim só para tirar o pó mesmo, mudar um pouco a decoração (depois de quase duas horas tentando centralizar a gravura, desisti, eu e os tutoriais não nos entendemos, eles são prolixos, eu sou pragmática! Mas adorei o fundo laranja, auspicioso, não?) e avisar que a casa não está abandonada, embora a proprietária nunca tenha hora pra voltar! (Opa, um alter ego? Sou mesmo um personagem de mim mesma!).
Pra encerrar e até a próxima sinopse, um presente que ganhei num Belo Horizonte...

Ensario em Fá

"DOses diárias de alegria
REmediam minha ilusão
MInha alma carente busca
FAzer-se aura, luz, clarão
SOLtar-se num leve voo
LAço amistoso onde ecoo,
SIlencioso, na amplidão"

Fernando Soares

sábado, 20 de novembro de 2010

♫O mundo é bão, Sebastião!♫

Primeiro vou reclamar, pra não perder a fama e a prática, depois vou elogiar, porque você que acha que sou uma chata, mau humorada e intolerante, está certíssimo! (Também não é assim, não queira jamais que eu lhe apresente um chato de verdade, autêntico, com cara de chato, voz de chato, sotaque de chato e até andar de chato! Um dia eu falo dele, ele existe, pior, convivo com a cria(d)tura!).
A reclamação: definitivamente, estou quase desistindo de ir ao cinema! Eu atraio entusiastas 'felizes' que se comportam como idiotas, comedores cine-compulsivos e adolescentes vestindo, falando e posando suas brilhantes presenças no mundo. A sala estava vazia, e, mesmo assim, eles estavam lá, firmes em suas pantominas, seus x-colesterol completos e seus tênis atrapalhando o charmoso escurinho do cinema! Eu estaria sem vizinhos em minha fileira, se não fosse pela inusitada companhia da esquerda, o pé da infeliz que estava sentada atrás, com um tênis ridículo, mais prateado que meu bracelete! Sejamos sinceros, é mais confortável sentar com um pé em cima da poltrona da frente? Não, não é, ela estava dizendo, "eu estou aqui e tenho um Nike!". E quando é tudo junto e misturado, um adolescente efusivo em fase de crescimento? (Por isso me simpatizo com a geração emo, eles precisam ser tristes, assim, ficam calados!).
Nada, absolutamente nada contra gargalhadas, ao contrário, adoro quem ri genuinamente alto, mas acho que rir de tudo cansa e constrange o espectador. E não estou falando de rir do filme, estou falando daquele tipo de gente eufórica o tempo inteiro mesmo, me dá preguiça... Quanto aos comedores, nem vou comentar, também comprei uma pipoca gigante! Mas pipoca, pooooooode!
O elogio: fui a uma festa bem famosa por aqui, estava lotada, não tenho ideia de quantas mil pessoas! Acho que num ataque de euforia ao som do Nasi (eu estava numa festa, não no cinema), meu celular caiu da bolsa, e eis que já era, pensei quando dei falta. Eu nem liguei pro celular, como se fosse impossível tê-lo de volta, pela quantidade de gente ou ele seria pisoteado ou daria briga pra ver quem pegava primeiro pra vender na saída! Pois caiu nas mãos (digo, nos pés) certos, e o cara atendeu à ligação de um amigo e explicou que estava procurando o dono do aparelho, que voltou pras minhas mãos, intacto (nem terminei de pagar, e a festa me custou uma pestação).
Talvez tenhamos nos acostumado a pensar no mal. Mas concordo com uma das crônicas da Martha Medeiros que gostei, ela fala que a gente se surpreende é com os gestos raros e por isso, hoje em dia é mais fácil ficarmos surpresos com um cara que acha um objeto que não o pertence e devolve que com um que mata a própria mãe.
Conclusão de tudo? Esperar os filmes chegarem à locadora ou alcançar o patrimônio da Xuxa para construir meu próprio cinema em casa, como (dizem que) ela fez. E discorrer uma conclusão sobre o elogio à raça humana é mais difícil para uma representante chata, mau humorada e intolerante da mesma, mas que, certamente, também devolveria o celular. Obrigada ao casal que fez isso, vocês me fizeram rever minhas raridades...

sábado, 13 de novembro de 2010

Pra vocês, o melhor de mim!

É sempre mais complicado falar sério que falar bobagem. Ainda mais quando se trata de algo particular, íntimo e diverso em suas formas de demonstração/evasão, ao ponto de mudar de significado de pessoa pra pessoa, parecendo tratar-se de coisas diferentes num bate papo casual, mesmo sendo exatamente a mesma coisa. Estou falando (tentanto falar) do papel que as pessos desempenham na vida da gente, das relações, sentimentos, apego, amizade!
É que tenho pensado muito em minhas relações, e confesso que ando cada vez mais seletiva. Não é frescura, pedantismo ou chatice (tá, isso é um pouco), é que eu gosto de gente de verdade, e tenho preguiça de relações superficiais, simpatia social e da banalização dos sentimentos. Parece que a ternura e a intensidade estão sendo automatizadas! E é por isso que há pouca gente de quem faço questão em minha vida. Aliás, perante o que vejo por aí, sou privilegiada neste sentido, faço questão de muita gente, estatisticamente falando, já que o produto é raro...
E o lance é diverso até pra uma pessoa só! Amo, admiro, gosto, invejo (invejar não é bonito, mas é humano), compartilho com pessoas tão diferentes, que se sobressaem para mim por características peculiares tão distintas! Mas todas têm algo em comum, elas são de verdade, até que me provem o contrário, e eu não costumo errar! É assim que surgem alguns títulos em minha vida: tenho amiga bruxa e amigo guru, amiga vodu e amigo ET, amiga irmã e amigo cunhado, amiga fada e amiga flor! Tenho até amiga dente! rsrsrs
Tenho amiga por quem tenho carinho de filha e outras por quem tenho carinho de mãe... Amigos que me intitulam Rainha, enquanto eles é quem reinam! Amigos mais complicados que eu, amigos de quem eu gostaria de herdar a serenidade (viu como inveja existe?), amigos simplórios de dar vontade de sacudir, amigos inteligentes de perguntar 'por que eu não sou assim?' (viu como inveja existe? 2). Amigos que prestariam favores à humanidade deixando-se estudar psiquiatricamente, espiritualmente, ufologicamente!
Tenho amigos de infância, amigos de adolescência, amigos de amadurecência. Amigos de click, de teclado, de torpedo, de e-mail e de orkut. Têm pessoas que fazem parte de mais da metade de minha vida e outras que não preciso de todos os dedos de uma mão para contar quantas vezes vi. Aliás, tenho amigos que nunca vi! E têm uns que chegam a dar medo, mas que são lindos, lindos, lindos!
Quanto mais eu falo, mais lembro das pessoas que me são caras. Claro que nem todas são exatamente amigos em toda a sua complexa razão de sê-lo. Mas todas o são em potencial, e são verdadeiramente importantes para me provarem que o mundo é bom, e que a vida vale a pena!
Enfim, toda essa cabecice piegas foi a forma que encontrei de homenagear os amigos do mês, atrasado ou adiantado:
Parabéns pelo aniversário, bruxa, voduzinho, irmã e cunhado de minha vida!
Parabéns pela bela concretização, poETa!
E obrigada, pai, pela graça de ser sua filha, Dindinha, pelo privilégio de ter duas mães, amiga tininica pelas gargalhadas e ao meu primeiro amor, o garoto sorriso! Encantem o ceu!
PRA VOCÊS, O MELHOR DE MIM!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ensaio sobre nada!

Não aconteceu nada digno de ser comentado (leia-se, mal falado) em meu cotidiano nesses últimos dias. Aliás, minto, sempre há o que falar, mas minha educação baianeira - "Minas com Bahia e o samba ia, juro que ia" - minha elegância nata e meu respeito ao próximo enquanto irmão perante o ceu me impedem, afinal, o blog é público e a Lei de Murphy existe! O povo se preocupa com a minha reputação, imagine se eu detonar a de outrem?
E sempre há a possibilidade de elucubrar sobre nada ou sobre qualquer coisa, as lembranças vão surgindo e as palavras vão saindo. Por exemplo, estava assistindo à novela TiTiTi e vi uma propaganda sobre um absorvente com camomila!!! COMO NÃO COMENTAR ISSO? Agora a expressão "sossegar a periquita" faz todo sentido, poderia ser o slogan da marca, inclusive! Meninas, não tem mais desculpa pascoisadavida ficarem calminhas...
Pois é, me amarro na novela das sete, acho os atores perfeitamente casados com seus personagens, num humor performático e leve. Até os contextos mirabolantes são envolventes. Será uma nostalgia velada que me remete a meados de 1985? Jisuis, eu lembro da 1ª versão da novela, fiquei chocada quando o google me disse em que ano se passou! Pouco, mas lembro, vale a pena frisar. Chega, saudade é algo que atrelou-se à minha alma, e a lembrança de uma simples amenidade pode me remeter ao fundo do íntimo de minha egotrip! (Nostálgica mesmo, minha sonora frase com uma palavra que não existe citou o nome de uma banda bem Anos 80, além de me deixar brega tanto quanto a indumentária da época!).
Pra encerrar, voltei à imagem anterior do blog, combina mais com a aproximação do fim de semana. Mas vou tentar acatar a sugestão de mudar sempre. Só que, fundos leves em tons pasteis, bordas fofinhas e imagens de corações estilizados e casais de mãos dadas, nem pensar, o obscuro e o trocismo me atraem! Ao menos por enquanto... Salve a incosntância geminiana, mais uma vez!

"Saudade até que é bom, é melhor que caminhar vazio..."

terça-feira, 2 de novembro de 2010

♪ "Tédio, não tenho um programa..." ♪

Feriado é bom só porque a gente pode acordar tarde. Me desculpe o Divino, mas os feriados cristãos geralmente são entediantes! Passei o dia tentando caçar o que fazer sem sair de casa: a programação da TV é a mesma de sempre, ou seja, deprimente, ainda mais em Dia de Finados, ficar vendo o que se passa em todos os cemitérios do país é dose! (Têm uns feriados interessantes, DIA DE FINADOS, é bom que o povo marca dia pra sofrer!). A internet entedia mais ainda, topar com as atualizações interessantíssimas do orkut tem sido cada vez mais patético, e estabelecer um diálogo com quem está mais entediado que você é praticamente impossível. Ao menos os cochilos ajudaram a passar o tempo, não ando podendo escorar que eu durmo! Será que é verme?
Esses dias comprei um livrinho confessamente auto-ajuda basiquéeeeeeeeeeerrima, amadora, digna de revista teen: "Pequenos Prazeres - Mais de 400 maneiras de você agradar a si mesma". Pois bem, não custa nada abrir aleatoriamente num dia em que estava tentando contato até com as formiguinhas da casa. A dica era "empine uma pipa". Não vou me esforçar pra achar uma pipa em feriado de finados à noite. Abro outra página: "contrate uma empresa para limpar seus tapetes". Meu, como assim? Desisti do livreto, resolvi tomar um banho quente, demorado e perfumado!!! Me enchi de óleo Séve de amêndoas doce, relaxei, isso sim, foi capaz de agradar a mim, e não achar alguém para lavar meus tapetes! Mas não por muito tempo, descobri que a porcaria estava vencida quando comecei a me coçar toda! Tudo bem, já não posso dizer que não espantei o tédio por alguns momentos...´
Aí decidi mudar a cara do blog, ficou bom? ("Mulher com livro", Pablo Picasso). Mas ainda abri o livrinho depois, numa última tentativa, deu "encomende um capacho para a entrada da casa com seu nome". Eu nem sei como comentar isso. Desisto.

P. S. Não ficou como eu queria, mas estou com preguiça de ficar testando cores e fontes. Acho que é verme mesmo...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

♫Com que roupa eu vou?♪

Fico boba como a modernidade, ou sei lá quem carregaria esta culpa, pode transformar um ato simples e... necessário. Já não se pode mais preocupar-se em proteger ou enfeitar "as coisa" como antigamente, comprar calcinhas tornou-se um tormento para quem opta pelo meio termo básico! Explico: ou você compra aquelas que de fio dental não têm nada, tá mais pra Cepacol, Listerine, que some onde entram ou você compra aqueles modelos geriátricos, que deixam sua bunda com formato de saco de açúcar de 5 quilos! Fora ter que lidar com a visão desagradável das estampas zoo (as onças devem se ofender!), frases com dicas do tipo "ultrapassagem permitida", "I ♥ Ponta Grossa" (me dá vontade de chorar pela humanidade!), adjetivos como "sexy" (já começo a querer morrer) e moda Xuxaeternamentecriança, com motivos de florzinhas, coraçõezinhos, estrelinhas, carinhas, ursinhos. (Lembrei e vou confessar a vocês, eu tenho uma cheia de carneirinhos... Mas uso pra dormir, juro!).
Gente, não adianta, eu não entendo como um ser humano normal aguenta andar, sem parecer uma pinça, com uma calcinha cortando o que já vem cortado!!! Pra mim, "sexy" não é o adjetivo mais apropriado para estampar esses modelos tão ofertados e populares. Ah, mas os homens gostam! Eles que usem, então!
Em contrapartida, concordo que bunda não é lugar pra coador de café, nada mais brochante que os modelos extra, ainda não tenho idade pra isso, porque pior, ridículo e medonho é velha de fio cirúrgico! Sério, imaginem uma bunda metralhada caindo por cima das coxas de calcinha fio dental pink com laçarotes dos lados? Visualizei a lua de calcinha! Meu Deus, estou indo longe... Aproveito para pedir encarecidamente aos meus amigos, nunca me deixem ficar velha metida a gatinha, me internem, me tranquem em casa, me interditem, me matem!!!
E eis que fiquei lá, apanhando pra encontrar um modelo de acordo com meus padrões básicos, nem tanto ao ceu nem tanto a (o) (fio) terra e quase não consigo. Mas é o jeito, nada bem também a gente ser pega de surpresa usando trapos com o elástico cedido, furinhos nada estratégicos e com mudança natural de cor. Já pensou se eu sofro um acidente e vêem minhas partes na rua ou no hospital? hehehe

sábado, 23 de outubro de 2010

♪ "Num passado remoto perdi meu controle..." ♫

Hoje fiquei deveras indecisa quando sentei pra almoçar em frente à TV: Raul Gil e o quadro das criancinhas precoces vestidas de imbecis; um filme sobre um gorila amigo da garotada, mais gente que muita gente; um apresentador eufórico vendendo cintas milagrosas que ameaçam o emprego do Pitanguy e seus colegas; e um cara ensinando exercícios de ginástica localizada, cuja silhueta não encoraja ninguém a segui-lo. Parei num canal que estava passando comerciais.
Eu tenho mania de comer em frente à televisão, briga antiga entre pais e filhos. Será que vem daí a tara das pessoas em lanchar dentro da sala de cinema? Mas aí, pra mim, já é demais, aliás, deveria ser proibido! Uma coisa é você se esfacelar sozinha no conforto de seu sofá, outra é você obrigar as pessoas a compartilhar a barulheria de saquinhos, canudinhos e até de sua mastigação, porque as poltronas são grudadas uma na outra, uma Mulher Melancia da vida entala! Até o cheiro do que você come o pobre ao lado é obrigado a sentir. Sim, porque é um desfile de bandejas de lanchonetes, tô vendo a hora de ver alguém entrando com um PF no lugar do sanduíche!
Esta semana fui ver um filme, que aventura! E não se trata do gênero, trata-se da atenção que dispensei ao público mesmo, ou que este despertou em mim. A garota do meu lado direito passou uns 75 minutos da fita comendo um sanduíche do Subway que devia ter uns 48 cm. A da frente deve sofrer algum tipo de enclausuramento, tamanha a euforia que demostrava em estar na rua. Sabe aquele tipo de pessoa que parece que nunca saiu de casa? Ela dava gargalhadas homéricas num filme completamente tenso, vibrante. Juro que me retiro da sala se um dia cruzar com esta moça vendo uma comédia. O de trás comia compulsivamente jujuba, amendoim ou sabe lá o que aquele saquinho barulhento continha. Fosse o que fosse, o esôfago dele deve tá lembrando-o até hoje, ele não comeu menos de um quilo. E a da esquerda era minha irmã, com quem eu podia trocar olhares cúmplices, pois ela sabe que sou, digamos, muito sensível à falta de noção alheia. Mas o que comanda ainda é a tradicional pipoca, graças!
Conclusão da noite: o cheiro do sanduíche tem me feito passar a, no mínimo, dez metros de distância do Subway; minha desconfiança em relação à pessoas efusivas triplicou; penso em patentear um tipo de saquinho que não faça barulho; e minha irmã deve adorar meu senso crítico, pois me chamou pra irmos de novo semana que vem.
Mas o José Padilha e o Wagner Moura salvaram a noite, Tropa de Elite 2 é um filmaço! Se piscar não fosse vital eu não teria certeza se fiz isso durante a sessão!