Ai, ai, inchei agora com os comentários, eu não tinha visto, até ontem aparecia como se tivesse apenas um. Aí que me senti esquecida mesmo, já ia dobrar as sessões de análise! Obrigada, minhas lindas, um dia conversaremos sobre o quanto vocês foram/são essenciais num momento turbulento de minha crise existencial perene, porém, enfraquecida por mim e por vocês!!!
Meus dias têm se alternado (há algo errado nesta frase, professor ET Pasquale, pronuncie-se, por gentileza) entre "meu trabalho mais que forçado", o ócio nada criativo e as extravagâncias boêmias, que meu corpitcho de trinta e poucos já não aceita com bons olhos/pernas/fígado/pâncreas/pulmões/cabeça/tronco/joelho e pé! Mas nem tenho muito o que contar, já que minha imaginação está imitando o ócio.
Talvez eu possa lembrar um devaneio onírico com uma criança que encontrei perdida na rua, que se chamava Pablo Fabiano. Desconfiei que o pobre deve ter fugido da mãe por causa deste nome... Ou que meu vizinho da direita passa o dia tocando pandeiro, mas o interessante é que meu vizinho da esquerda também passa o dia tocando pandeiro, e convivo com isso há anos! Qual será o significado transcendental disto em minha vida? Ainda se fosse violão, sax, piano. Mas, pandeiro?
A semana da criança também me chamou atenção, nunca vi uma geração de pirralhos tão precoce. As propagandas de celular, ipod, youpod, shepod detonaram as de brinquedos, e as de roupas, eu poderia usar todos os modelos! Monteiro Lobato deve estar tendo ataques epilépticos, se estiver reencarnado!
Enfim, estarei sempre por aqui, mesmo que pra contar bizarrices incoscientes, falar mal do ócio alheio ou criticar a geração Crepúsculo!
Beijos ♥