domingo, 19 de junho de 2011

É o que tem pra hoje...

Primavera? Janeiro? Eu comemorei foi mais um carnaval, esta semana! Mas depois falo disto, visto que a confraternização oficial foi ontem e quem me conhece pode imaginar minha coragem pra viver hoje! Aliás, nem precisa me conhecer, basta ter mais de trinta e curtir uma noitada pra entender! Sábias palavras de Millor: "Você está começando a ficar velho quando, depois de passar uma noite fora, tem que passar dois dias dentro".

E entre os dez passos que me separam da TV (a cama que fica na frente dela me atrai mais que o Faustão, mas, tudo bem), onze da geladeira e doze do filtro (sim, eu levantei pra contar), estou aqui curtindo meu tédio. Quantos passos terão até o banheiro? Preciso tomar banho...
É o que tem pra hoje!

P.S. gente, o alto astral desse leiaute do blog tá me dando nos nervos hoje, que vontade de ver tudo cinza! Fui tomar banho.



sexta-feira, 10 de junho de 2011

Uma rapidinha!

Essa é nova para meu curriculum 'virtuae', eu estava impedida de acessar meu próprio blog! E não foi erro de senha ou usuário não, era frescura do google mesmo. E também não consegui comentar para avisar que tinham trancado a porta, eu sei lá o que é URL, X, Y, Z! Enfim, eis-me, acho que ninguém quer saber o que o provedor queria, né? De verborragia maçante já estou bem servida... deixa pra lá, tenho que me resguardar em relação a certos assuntos por amor ao meu bolso, já que à minha profissão não seria exatamente o caso. "Meus minutos mal-somados, sadomasoquismos são!".
Obrigada pelas manifestações sobre a mudança do blog, peoples! Vocês que mandam, mas, já que me deixaram livre, utilizando meu clichê favorito, ouvirei meu coração e mudarei o nome! Mas esclareço que nunca o fiz antes, ele nunca se chamou "desisto fácil", embora seria minha cara também. Este é só o endereço dele, já que não pude usar o "catarseando", pois constava como já existente, assim como os 429 nomes que tentei. Por isso ficou assim, eu já ia desistir! Contei isso no primeiro post...
E obrigada, mais uma vez e sempre, pelos elogios, pelo carinho, pela força, pelo incentivo, pela amizade e pelos comentários pessoais, pois acho um barato (gíria de velho às vésperas do aniversário é desanimador...) vê-los expondo opiniões e falando de vocês também, acaba mesmo virando uma catarse coletiva que só pode fazer bem!!! Até diálogo de ET's teve desta vez, minha gente!
No último desabafo eu estava um tanto quanto revoltada... Mas, passou, graças a Deus, o que só me faz bem. Não que eu tenha me arrependido, mas ponderação é igual canja de galinha... Porém, lamento não ter hoje aqui nenhum relato insano pra postar a quem sempre espera. Até teria, mas não posso, vide parágrafo 1º. Envolveria outras pessoas e processo judicial está super in!!! E preciso me tornar uma pessoa melhor também, sabem?... Ahã... Vou até terminar com uma frase de uma amiga amada que vi ontem:
"Um dia eu viro "gente"! Até então, sou eu mesma! E dá trabalho..."


sábado, 4 de junho de 2011

Gente é a melhor e a pior coisa que Deus criou!

Hoje estou com a cabeça fervilhando de catarses, na velocidade de um boeing!!! E é quando estou assim ou quando minha intolerância atinge seus picos é que me dá vontade de escrever. Sim, porque eu não acho o mundo cor de rosa bebê, não acho as pessoas todas especiais, cada qual a seu modo, a la comentário de foto de orkut e não acho que o lado belo e fácil da vida seja suficiente pra me deixar em estado de graça, fingindo que ela não tem um lado caótico e difícil. Mas, sim, talvez seja mais fácil/cômodo/inteligente viver como se todo mundo fosse verde, ou melhor, cor de rosa!!! Vou pensar nisso, juro que vou! Mas só aceito de mim mesma chegar a esse ponto se for por maturidade, serenidade, espiritualidade! Por covardia ou hipocrisia, jamais!
Mas, "deixando a profundidade de lado", não é coerente dar IBOPE ao que deixou de ser importante, muita varejeira pra pouco estrume, muito comentário pra pouco assunto, muita cabecice clichê pra pouca tolerância! Enquanto não alcanço o nirvana da paciência/tolerância/tranquilidade/condescendência para com o próximo, vou continuar me indignando com o que não concordo, não gosto e não acho fofinho! Ninguém precisa concordar comigo, gente, e podem criticar o quanto quiserem, o que quiserem, se me exponho desta forma aqui tenho que estar pronta pra tudo, embora eu confesse minha fraqueza perante as críticas. Mas somente quando elas são autênticas, quando formulam opiniões sensatas, porque a verdade incomoda sim, ainda mais aos inseguros do próprio valor, como esta que vos fala... Agora, viagem ao fundo do próprio ego, parafraseando a Egotrip, projeção, filosofia de botequim? Aí não que eu vou rir, né?
Virando esta página, em relação ao assunto e ao que o desencadeou, aliás, sexta-feira meu blog nada catártico, salvo exceções como a de hoje, fez aniversário de um ano! Que fofo, ele é geminiano como eu! E, falando nisso, vou resumir como resolvi gritar pra todo mundo ouvir, acho que nunca falei sobre isso aqui, ou já? Enfim, eu sempre gostei de escrever, mas fazia isso só para mim mesma, sou cheia de diários catárticos, justamente por esse gosto aflorar sempre que eu me sentia triste, reprimida, emotiva, essas coisas. [Frase de O Teatro Mágico: "sei que incerteza traz inspiração..."]. No meu caso, é verdade, tanto que decidi criar o blog no meio da maior crise metafísica da minha vida, mas crise séria, sem ser auto-afirmação de adolescente ou ingratidão pela própria vida. Aliás, parafraseando a bruxa de minha vida, tenha um problema psicológico e saiba exatamente com quem você pode contar! Inclusive, este tipo de doença deveria ser matéria escolar, tamanha é a ignorância e o preconceito das pessoas em relação ao assunto. "Esses moços, pobres moços...". Enfim...
... decidi dividir com as pessoas sentimentos que tanto me assolavam na ocasião, pra tentar me sentir melhor desabafando, como uma terapia em grupo, já que as pessoas de meu convívio as quais me recorria, a maioria delas, não davam a menor bola pra o que eu dizia a respeito: ou direcionavam o assunto para o prório umbigo ou me demostravam toda a sua caridade social, pra logo depois apontar pra uma árvore bonita... Mas, sei lá, entrementes comecei a me sentir melhor, minha perseverança e meu tratamento começaram a surtir efeitos TOTALMENTE POSITIVOS, e comecei a escrever no blog de forma jocosa, irreverente, e deu certo, todo mundo começou a achar divertido, salvo quem interpreta literalmente o que escrevo ou quem não entende mesmo (?). Porque, pasmem, existe quem me leva a sério!!! Os que não gostam, nunca me disseram nada. :)
E, baseada nisso, estou achando que o nome do blog não tem nada a ver com o rumo que ele tomou, "Catarseando" seria minha, houaissmente falando, liberação de emoções, e não é exatamente o que acontece aqui. Então, gostaria da opinião de quem curte minhas crônicas da vida real: se eu mudar o nome do blog, vocês acham que eu despersonalizaria o coitadinho? Já tenho uma ideia, espero a opinião dos meus queridos incentivadores! E mudei cara da casa também, a pedidos, longe de mim ser a responsável pelo descolamento da retina alheia! rsrs. Homenagem à minha Strela maior! Xô, uruca!
Ufa, hoje foi assunto!
E termino com uma curiosidade: eu nunca sei como se escreve 'exceção', todas as vezes que preciso desta palavra me recorro ao dicionário! E é horrível porque, sem lembrar se é com s, x, c, ss, ç, às vezes demoro séculos para achar! E tenho preguiça de ir ao google, pois minha carrocinha não colabora com sua agilidade. E não sei usar regras de português!
Boa madruga a todos!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

♫ A alegria do pecado às vezes toma conta de mim...♫

Será que, assumindo a consciência e a provisão do pecado, a pena no purgatório diminui? É que estou temporariamente entregue à preguiça, desde que fui gentilmente convidada a mudar meu horário de trabalho. Como assumo no inteligente, respeitoso e saudável horário de 11:45 h, minhas manhãs foram entregues a Morfeu... Agora mesmo, encontro-me do jeito que saí dos braços dele, com meu pijaminha que pode estar debutando ou, quiçá, tirando carteira de motorista, meu cabelo de carona de moto sem capacete e sem nenhum fio de luz natural dentro do quarto! Só não sou a própria Rebordosa porque estou em meu retiro etílico semanal.
Pois é, a sagacidade/serenidade/sensatez/covardia necessárias a pessoas na minha condição, ora feliz, ora infelizmente, me impedem de discorrer aqui sobre certos assuntos... E, falando nisso, preciso sair de minha indolente clausura para infrentar o fechamento contábil do mês, não sem antes aproveitar meu momento Lobão:
"Em terra de fofoca, ter opinião é tabu!"
Até breve!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Têm dias que não dá pra ser!

Colé, gente? Ficam reclamando que sumi e, quando ressurjo linda, leve, 'cintilante, estrela em forma de gente' vocês é quem somem? Ah, fala! Tudo bem, também, falar sozinha sempre foi uma de minhas especialidades!
Hoje meu anjo da guarda tirou folga e chamou Murphy para substituí-lo, só pode! No trabalho, o galão de água do filtro sempre estava vazio quando eu aparecia. Tudo bem, ao menos não vou fazer xixi de meia em meia hora, e pior seria ficar sem papel higiênico! (fala, Poliana!). Aí precisei sair mais cedo da lida para ir a uma consulta, já remarcada pela 3ª vez, quando me deparo com um engarrafamento no meio da tarde! Tudo bem, lembrei de um e-mail cabeça que diz que você sempre estará onde deve estar, e pipocaram 'ses' na minha cabeça... foi o que me distraiu, economizando artérias e funções gástricas...
Fui buscar uns exames pra levar à consulta. Estacionamento pago, QUATRO REAIS, tolerância de CINCO MINUTOS. Do jeito que as coisas iam, eu demoraria seis, me recusei, estacionei na baixa da égua e fui andando, com a única sandália de salto fino que possuo! Esbaforida, vejo uma pequena fila, só três pessoas na minha frente, que sorte!!! Mas os únicos exames que não estavam no arquivo eram os seus? Não, eram os meus, eles sumiram! Mas apareceram 18 minutos depois, tempo suficiente para eu imaginar que descobriram uma doença terminal e confiscaram meus exames para refazê-los, ou que havia uma junta médica especializada analisando-os, blablablablablablablablablabla. Acabei me distraindo em pensamentos, mais uma vez, e nem quis chorar, a não ser por estar condenada, blablablablablablablablablabla.
De volta ao carro, quase trocando o ginecologista por um podólogo, demoro EXATOS mais de vinte minutos para achar uma vaga (não é mentira, dois carros que estavam na minha frente acharam vagas lindas!). Já no consultório, ofegante e mancando, a recepcionista me diz que não aceitam mais meu convênio e que serei a última a ser atendida por conta do atraso. Tuuuuuuuuuuudo bem também, não exterminei ninguém até agora, não seria a hora, até porque eu estava exatamente onde deveria estar, lembra?
Enfim, minha casa! Vou fazer umas comprinhas para recepcionar minha mãe que chegará de viagem e, é claaaaaaaaaaaro que a bobina da máquina de cartão acabou na minha vez!!! E, arrematando com fio de nylon, mamãe ligou há pouco dizendo que o voo iria atrasar, vou ter que buscá-la de madrugada! Melhor, ao menos terá virado o dia, e espero que Murphy já esteja com Morfeu! (péssimo trocadilho, perdoem, meu dia foi cansativo...).

terça-feira, 26 de abril de 2011

♫...gosto tanto dela assim...♫


Começarei tentando descobrir por que algumas pessoas não conseguem postar comentário nesta piiiiiiiiii aqui. Alguém sabe dizer? Meu doce e transigente irmão diria que é uma questão complicada, você deve clicar em "postar comentário" e escrever. Mas, como vítima perene da ciberconspiração universal, sei que há mistérios neste espaço "ciberal" que nos fazem passar por asnos virtuais e sofrer injustos preconceitos como precursores das máquinas de datilografia manuais e das velhas enciclopédias e do velho "Meu querido diário", no meu caso, e, antes que eu continue a divagar imbecilmente, aguardo uma explicação verossímel!

No último dia 21 foi aniversário da minha coroa preferida, minha cidade, Brasília, 51 anos e cada vez mais gostosa! Na ocasião, eu queria ter postado minha singela homenagem, mas em virtude do feriado (sacanagem, é bem no dia de Tiradentes, dois feriados em um só! Sacaneou, Juscelino!), não rolou, não lembro por quê, minha memória, já comprometida pelos, ora sobejos, ora privações da vida, não ajuda. Mas eu devia estar, ora de ressaca pela sexta-feira disfarçada de quarta, ora eufórica pela quinta-feira disfarçada de sábado!!! Enfim, antes que eu continue a divagar desembestadamente[2], vou ao assunto.
Outro dia, numa brincadeira no Orkut, foi pedido que cada qual falasse um pouco sobre sua cidade. Foi um festival de GOOGLE + CTRL C + CTRL V, o que me fez pender a balancinha dos prós e contras do Grande Oráculo do Século XXI, Mr. Google... Mas, antes que eu continue a divagar filosoficamente [3], vou postar o que escrevi sobre minha cidade sem recorrer-me à fórmula mágica dos sábios modernos, uma descrição meio boba de uma brasiliense apaixonada por sua terra. Mas, afinal, quem não é bobo quando ama? (E brega, diga-se an passant...).

Entardecer às margens do Lago Paranoá. Ao fundo, a Ponte Costa e Silva.

Sou nascida, criada e (des) estabelecida na capital federal! É uma cidade que, creio eu, tal qual não ter esquinas, não tem meio-termo para senti-la: ou se ama ou se odeia. Sou da parte que ama, ama aquém do que o Jornal Nacional mostra, e além do que cantam, poetizam e proseiam por aqui e por aí.
Sua magnitude está no ideal, no invento, no projeto. Brasília não é uma cidade linda por natureza, é linda pelos traços ininteligíveis do arquiteto. Por aqui costumam dizer que só faltou o mar pra ser a cidade perfeita. Permitam-me discordar, acho um encanto não precisar do mar pra ser bela!
A gente daqui também sofre preconceitos, e não precisa trabalhar no Congresso Nacional. Dizem que brasiliense é frio e inóspito. Ora, como assim? E como explicar tamanho hibridismo regional e cultural? Talvez a fama venha justamente daí, as pessoas são mesmo diferentes regionalmente, e aqui elas se misturam, e os opostos também podem se retrair (se distrair, se atrair, se unir, se resumir...).
Agora, ser brasiliense nato é ter estoque de hidratante e squazze para encarar a baixa umidade do ar; é dirigir há 15 anos e ainda ficar tonto errando as entradas das “tesourinhas”; é respeitar o pedestre em seu local de direito e jamais estacionar em vagas exclusivas; é se orgulhar muito da “turma da Colina”, como Renato Russo, Dinho Ouro Preto e Phellipie Seabra; é comer pastel com caldo de cana na rodoviária; é sonhar todo ano vendo as luzes de natal que encantaram João de Santo Cristo; é entender setores no lugar de quarteirões, regiões administrativas no lugar de bairros, números e siglas no lugar de nomes imortalizados.
Ah, acho que ser brasiliense nato e amar a cidade é isso, é ficar meio boba assim mesmo, é falar diferente por não ter sotaque!!!

P.S. gostei da palavra "sobejo", achei no Google!!! :)



sábado, 23 de abril de 2011

Toc, toc, toc!!!


Gente, que gostoso! Já sei o que fazer quando ficar ridicularmente carente: vou sumir! Nunca fui tão carinhosamente ameaçada! Àqueles que genuinamente sentiram falta de meus "devaneios tolos a me torturar", desculpem a ausência. É que, como boa representante das várias faces geminianas, andei enjoada de escrever e também bem humorada demais pra vir aqui. Meus diários ao longo da vida que o digam, há intervalos até de anos... e, não sei se feliz ou infelizmente, a falta de humor me deixa muito mais inspirada!
Então, nesses quase três meses de retiro catártico houve mesmo material suficiente para um livro cômico! Viajei bastante, às vezes sem sair do quarto, mas fui parar longe de casa também... Conversando com minha comparsa de pé na estrada concluímos que nossas viagens são 100% gafes, não houve uma em que algo inusitado/insólito/hilário/constrangedor/patético não tenha acontecido! E, normalmente, começa no aeroporto: dessa vez até as botas eu tive que tirar pra passar na esteira, e como continuou apitando, perguntei delicadamente à mulher se seria necessário tirar a calça, já que eram os botões que acusavam. Agora, imaginem que beleza: eu, em posição de Homem Vitruviano, levantando a blusa para provar que não estava usando cinto e com a mulher apalpando meus seios pra ver se o sutiã tinha bojo! Isso já sem os brincos, aneis, relógio, bracelete e... sapatos! E minha amiga na outra esteira, na mesma posição, por conta de uma insistente etiqueta-outdoor na calça dela! Merecia uma foto, mas fiquei sem graça de pedir ao policial federal pra tirar... E isso tudo pra descobrir que nosso voo havia mudado de portão, pro outro lado do aeroporto, ou seja, teríamos que passar pela praga da esteira de novo! Já fui me despindo pelo caminho mesmo, e prometo tirar até as obturações dentárias antes de viajar outra vez!
Ok, devidamente instaladas no avião (dessa vez não precisaram anunciar nossos nomes!!!), merecíamos uma cerveja, né? Àquela hora eu daria tudo por aquela Sol que eles servem, mais quente que o sanduíche! Mas o simpático comissário disse que só seria possível na hora do serviço de bordo, o que me levou a encarnar a pior das personagens mexicanas, apontar com toda a minha compaixão para minha amiga, que já entendeu a farsa e fez sua melhor cara de neurótica, e dizer ao rapaz que ela tinha muito medo de avião, e que precisava beber para não ter um surto nervoso, e que a última vez que isso aconteceu houve um pouso de emergência no meio de uma fazenda improdutiva no interior do Goiás. Chegamos bêbadas à Ilha de Florianópolis!
Que cidade deliciosa, que lugar lindo, que povo bonito! O taxista era bonito (segundo minha colega, tinha mau hálito), o recepcionista do hotel era bonito (o fotoshop etílico ajudou um pouco), o garçom era lindo (esse tinha um defeito reluzente na mão direita). Eu adorei Floripa e voltarei para conhecer as outras 41 praias que deixei de ir porque tinha que optar entre o dia e a noite... E, olha, não me arrependi ne um pouco, salve a noite no Centrinho da Lagoa da Conceição!
Depois volto, galera, prometo não prometer que não demorarei!!! hehehe. E não é charme não, é incostância cósmica!!!
Beijos!!!